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Entregador Meli

Veja como funciona o cadastro para rodar entregas com o seu próprio veículo, sem custo para participar.

Por que se inscrever

  • Rotas nos dias que você quiser
  • Ganho visível antes do aceite
  • Para quem tem carro ou moto
  • Sem custo em nenhuma fase
  • Processo feito pelo celular

Horário flexível e nenhuma experiência exigida para começar!

Você permanecerá no mesmo site
Para quem é?

É para quem tem um veículo em casa, aceita atuar como MEI e quer ajudar no orçamento escolhendo os dias de trabalho. Quem precisa de horário fixo deve buscar uma transportadora parceira.

Tenho que ser MEI?

Tem. O cadastro exige CNPJ de MEI ativo com atividade de entrega ou transporte de carga.

Carro de parente vale?

Vale. O veículo pode ser de outra pessoa, desde que esteja regular e tenha até 15 anos.

Existe alguma cobrança?

Nenhuma. Se pedirem dinheiro para liberar vaga ou rota, desconfie: é golpe.

O pagamento é semanal?

É. O valor das rotas concluídas cai uma vez por semana na conta do cadastro.

Etapas do cadastro

Quatro passos rápidos no celular, sem precisar sair de casa.

Imagem Pessoa Interessada

Quando o carro parado vira ajuda no orçamento

Em muitas casas, o carro ou a moto passa a maior parte da semana na garagem, enquanto as contas do veículo continuam chegando. Usar esse veículo para entregas é uma forma de transformar um gasto fixo em uma fonte de renda para a família.

O melhor é que você decide quando trabalhar. Não há escala, e as rotas ficam disponíveis no aplicativo para você escolher conforme a sua disponibilidade.

Encaixe as entregas na rotina da casa

Dá para rodar nos dias em que as crianças estão na escola, nas folgas do trabalho ou só no fim de semana. O aplicativo mostra os percursos oferecidos no centro de distribuição da sua região, e você aceita apenas os que cabem no seu dia.

Combinar com a família os dias em que o veículo vai estar na rua ajuda a evitar correria com compras e compromissos. Muita gente começa com dois ou três dias por semana e ajusta depois de conhecer o ritmo.

Rodar perto de casa, em bairros conhecidos, costuma render mais. Você perde menos tempo procurando endereços e gasta menos combustível, o que faz diferença no que sobra no fim do mês.

Como o valor de cada rota aparece antes do aceite, dá para fazer as contas com calma e recusar o que não compensa para o seu orçamento.

O dia começa cedo, no ponto de coleta. Você confere os pacotes pelo celular, organiza a carga por endereço e sai para a rua, dando baixa em cada entrega assim que ela é feita.

Quanto fica de verdade para o orçamento

O pagamento é semanal, direto na conta ligada ao cadastro, e cada rota concluída fica registrada no aplicativo. Só que nem todo o valor é lucro: combustível, manutenção e a guia mensal do MEI saem dele.

Uma dica simples é separar uma conta ou um envelope só para o dinheiro das entregas. Assim, fica claro quanto entrou, quanto foi para o veículo e quanto realmente ajudou nas contas da casa.

O volume de rotas também muda. Perto de datas comemorativas costuma haver mais serviço, e em meses mais calmos pode haver menos. Planejar o orçamento contando com essa oscilação evita frustração.

Guardar um valor todo mês para pneu e revisão evita que um conserto inesperado desequilibre o mês. E manter a documentação em dia garante que o acesso ao aplicativo não seja bloqueado.

Os formatos de entrega e o que preparar

A empresa distribui as entregas entre transportadoras parceiras espalhadas pelo país e entregadores autônomos que se cadastram em aplicativo. É esse arranjo que mantém oportunidades abertas ao longo do ano em diferentes cidades.

No aplicativo, o entregador busca os pacotes no centro de distribuição e faz um percurso fechado na região escolhida. A conferência é feita pelo celular na retirada, e cada entrega recebe baixa na porta do cliente, com foto quando o pacote fica com outra pessoa.

Na entrega rápida, a encomenda parte do estoque do vendedor e quase sempre chega no mesmo dia. Esse formato é mais presente nas regiões metropolitanas e movimenta menos pacotes.

Já nas transportadoras parceiras, o horário é combinado e a renda tende a ser mais estável, com chance de contrato formal. Por outro lado, você perde a liberdade de escolher os dias e as faltas costumam ser cobradas. É uma boa opção para quem precisa de previsibilidade no orçamento.

Para escolher, pense no que a sua casa precisa agora. Se é renda estável, a transportadora ajuda. Se é um complemento nos dias livres, o aplicativo tende a encaixar melhor na rotina.

O que deixar pronto antes do cadastro

É preciso ter 18 anos ou mais, habilitação válida na categoria do veículo, MEI ativo com atividade de entrega ou transporte de carga e um carro ou moto com até 15 anos de fabricação, com os papéis em dia. O veículo pode ser de outra pessoa, desde que esteja regular. Na moto, entra ainda um bag ou baú para a carga.

Antes de abrir ou alterar o MEI, consulte o portal do empreendedor, no gov.br, e confirme que a atividade escolhida é de entrega. Atividade diferente costuma deixar o cadastro parado.

O processo é feito todo no celular, sem prova e sem entrevista. A aprovação depende dos documentos enviados, então capriche nas fotos e confira os dados antes de mandar.

Depois de aprovado, escolha a região e comece a acompanhar as rotas liberadas para o seu veículo. Nas primeiras semanas, entre no aplicativo em horários variados, porque a oferta muda bastante.

Este conteúdo é independente e informativo, sem parceria ou patrocínio das empresas mencionadas, e as regras podem mudar sem aviso prévio. No próximo conteúdo você vê o passo a passo completo do cadastro, os requisitos em detalhe e dicas para ter mais rotas.